O caçador de barangas

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O caçador de barangas

Sinopse

Numa cidade famosa pelas belas mulheres, Sidney Garambone fez o caminho inverso da conquista. E enalteceu as feias. As horrorosas. As barangas, enfim. O Caçador de Barangas e outras pequenas histórias é o livro de estréia deste jornalista carioca. Como diz o título, as barangas não dominam os 14 contos do livro. Sobra espaço para um passeio lírico pelas feiras-livres de Laranjeiras, travessas do Flamengo, lojinhas do Catete e bancas de jornais parisienses. Abusando do texto enxuto, burilado nos dez anos como repórter dos principais jornais do Rio, Garambone mistura humor com filosofia de esquina, amor com política de avenida e solidão com um estilo literário que não tem vergonha de experimentar. Quando trabalhava num caderno cultural de um jornal carioca, levou uma bronca de um revisor: “Fica difícil mexer no teu texto. Está tudo amarrado, uma coisa puxa a outra e só me resta uma coisa a fazer. Ler.” O livro é isso. Uma bronca na mesmice. E que surpreende a cada virada de página. Quando se espera o riso, chega a reflexão. Quando a tristeza parece senhora, brotam gargalhadas. A leitura é rápida. Mas a digestão é lenta. Aliás, como um bom almoço. Como os péssimos lanches.

Áudio

Numa cidade famosa pelas belas mulheres, Sidney Garambone fez o caminho inverso da conquista. E enalteceu as feias. As horrorosas. As barangas, enfim. O Caçador de Barangas e outras pequenas histórias é o livro de estréia deste jornalista carioca. Como diz o título, as barangas não dominam os 14 contos do livro. Sobra espaço para um passeio lírico pelas feiras-livres de Laranjeiras, travessas do Flamengo, lojinhas do Catete e bancas de jornais parisienses. Abusando do texto enxuto, burilado nos dez anos como repórter dos principais jornais do Rio, Garambone mistura humor com filosofia de esquina, amor com política de avenida e solidão com um estilo literário que não tem vergonha de experimentar. Quando trabalhava num caderno cultural de um jornal carioca, levou uma bronca de um revisor: “Fica difícil mexer no teu texto. Está tudo amarrado, uma coisa puxa a outra e só me resta uma coisa a fazer. Ler.” O livro é isso. Uma bronca na mesmice. E que surpreende a cada virada de página. Quando se espera o riso, chega a reflexão. Quando a tristeza parece senhora, brotam gargalhadas. A leitura é rápida. Mas a digestão é lenta. Aliás, como um bom almoço. Como os péssimos lanches.

Informação Adicional

Número de páginas 145
Ano 0
Formato 0x0
Edição Não
Número da revista Não
ISBN 85-7388-234-4